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Sobre bateria

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Velas de Ignição

2019-08-12T18:35:12+00:00agosto 12th, 2019|carro, dicas|

Se você é leigo quando diz respeito a mecânica, provavelmente não faz idéia do que seja a Vela de Ignição, porém, é graças a ela, que seu veículo é capaz de se locomover.

Isso porque o seu objetivo é basicamente fornecer a centelha, conhecida como faísca elétrica, que é responsável por dar a partida no motor.

Mas, é claro que somente em automóveis cujo motor é movido a combustão, e não aos elétricos.

Composição da vela

  • Vedador (metal macio);
  • Carcaça (metal bicromatizado);
  • Isolante (cerâmica);
  • Pino ou Terminal (metal)
  • Eletrodo Massa (liga de níquel);
  • Eletrodo Central (cobre com liga de níquel na extremidade).

Três sinais de desgaste da vela

  • Falhas na partida: isso acontece porque as centelhas geradas entre os eletrodos das velas provocam desgastes nos mesmos, causando arredondamento dos componentes. Isso causa a perda dos cantos vivos dos eletrodos e um aumento da folga entre eles, sendo necessário a elevação da tensão para que ocorra a faísca. Resultando, na dificuldade na hora da partida;
  • Baixo desempenho: a falha na ignição causada pela folga entre os eletrodos, provoca redução do desempenho do motor, além de aumentar a liberação de gases poluentes;
  • Consumo elevado de combustível: como conseqüência das velas desgastadas, uma parte da mistura de ar com combustível não é queimada de maneira eficiente, elevando o consumo do combustível.

Quando trocar as Velas de Ignição?

É recomendada a manutenção das velas de ignição a cada 10 mil quilômetros rodados, ou, conforme orientação da montadora para garantir o bom funcionamento do veículo.

A utilização da peça comprometida, além de prejudicar o funcionamento do automóvel, ainda é maléfico ao meio ambiente, uma vez que faz com que seja emitido gases poluentes.

Portanto, se identificou alguns dos sinais de desgaste das velas de ignição, procure o quanto antes uma mecânica, para a saúde do seu veículo e do meio ambiente!

Confira os cuidados que um caminhoneiro deve ter ao dirigir longos percursos.

2019-06-19T11:19:51+00:00junho 19th, 2019|dicas|

A profissão de motorista pode ser apaixonante para muitas pessoas, em especial os caminhoneiros que levam o desenvolvimento para todos os cantos do país. O sonho de conhecer novos lugares, culturas e costumes é um atrativo importante e com grande peso para a tomada de decisão. Embora seja uma proposta tentadora, dirigir longos percursos exige certos cuidados.

Pensando nisso, preparamos este post para que você entenda qual a realidade real vivida por quem passa a maior parte da vida nas estradas. Além disso, mostraremos como escolher o caminhão certo e quais os cuidados devem ser tomados em relação à segurança. Confira!

Qual a importância de um bom veículo?

Escolher o carro ideal é uma tarefa muito difícil, pois envolve diversas variáveis como objetivos, estilo de vida e outros. Entretanto, para um caminhoneiro o desafio é ainda maior, afinal, trata-se de um instrumento de trabalho no qual cairá na estrada por centenas (e até milhares de quilômetros). Nesse contexto, é importante pensar nos desgastes das peças do motor, nos itens de segurança e outros setores que podem influenciar na vida útil do caminhão.

Outro ponto fundamental é pensar no tipo de carga que será transportado. Vale lembrar que aqui estamos falando de uma atividade profissional e remunerada. Portanto, uma escolha errada nesse contexto pode inviabilizar e tornar esse negócio insustentável. Ainda, por se tratar de um bem de alto valor, é preciso pensar no planejamento financeiro como prioridade, ou seja, definir o orçamento, escolher as formas de pagamento e prever os possíveis gastos com manutenção.

Quais cuidados um caminhoneiro deve ter ao dirigir longos percursos?

Ficar horas a fio na estrada pode ser uma atividade solitária e muito estressante. Por conta disso, é fundamental seguir alguns cuidados para dirimir a ocorrência de problemas diversos bem como preservar a segurança do condutor, da carga e demais viajantes. Confira, a seguir, quais aspectos devem ser levados em consideração antes de partir Brasil adentro.

Planeje sua viagem

Apesar de parecer óbvio, muitos caminhoneiros negligenciam o planejamento da rota que utilizarão entre o carregamento e o destino final da carga. Esse ato impensado pode gerar uma sequência de prejuízos e riscos ao condutor que vão desde a perda de tempo e dinheiro à consequências mais graves. Enquanto o atraso causa impacto no recebimento de outros fretes, a correria para compensar o tempo pode gerar acidentes fatais.

Faça refeições regulares

A alimentação é um ponto muito importante para a saúde e rotina dos caminhoneiros que estão na estrada há muito tempo. Uma alimentação desequilibrada, por exemplo, pode provocar sono ao volante e indisposto para encarar as horas de trabalho dessa profissão. Além disso, fazer refeições inadequadas em conjunto com o sedentarismo pode levar a doenças graves como diabete e distúrbios no sistema cardiovascular.

Faça um checklist do veículo

Antes de começar uma viagem, é fundamental realizar uma revisão completa no caminhão. Algumas peças e itens de segurança precisam ser observados mais de perto, tendo sempre por objetivo uma viagem tranquila. Sendo assim, para dirigir longos percursos é indispensável estar ligado:

  • ao sistema de freios e suspensão;
  • na pressão dos pneus;
  • nas condições da bateria e demais partes elétricas;
  • no nível do óleo;
  • e, por fim, na amarração da carga bem como todos os itens de lonação (fitas, cordas, lonas, lacres, altura máxima permitida, etc).

Concluindo, dirigir longos percursos pode ser prazeroso para muitos condutores. Porém, não basta apenas estar atendo às condições do veículo. Para ter um trajeto tranquilo e uma viagem segura é fundamental adotar posturas adequadas, respeitar o código de trânsito e ter consciência da responsabilidade em relação à carga e as vidas nas estradas e rodovias brasileiras.

Gostou deste conteúdo? Caso tenha restado qualquer dúvida, não deixe de compartilhar o seu comentário logo abaixo e continuar essa conversa. Até a próxima!

Meu carro não liga pela manhã: conheça 4 causas prováveis

2019-06-03T11:19:35+00:00junho 3rd, 2019|carro, dicas|

Uma das piores sensações de um motorista é, sem dúvida, se preparar para sair logo pela manhã, entrar no seu veículo e, na hora da partida, o carro não liga. Em dias cada vez mais corridos, não tão raro ignoramos diversos sinais, contribuindo para culminar nesse tipo de situação.

Se você já passou por isso, provavelmente tenha se sentido refém da incapacidade de resolver o problema, uma vez que identificá-lo e corrigi-lo sem auxílio profissional não é uma tarefa fácil. Pensando nisso, reunimos neste texto 4 causas prováveis para esse tipo de ocorrência. Saiba mais!

1. Combustível

Algumas décadas atrás, o cenário que ilustramos no início deste texto não era difícil de acontecer. Isso se dá pelo fato de que os veículos movidos a álcool tinha grande dificuldade para ligar nas primeiras horas do dia. Fatores como as condições do tempo interferiam diretamente na partida do motor, especialmente durante o inverno.

Entretanto, com o passar dos anos, novas tecnologias foram surgindo, como o sistema flex que permite que o carro não precise “esquentar”. Porém, a má qualidade do combustível pode se tornar protagonista nesse tipo de situação, deixando-o na mão e o fazendo atrasar para aquele compromisso importante logo cedo.

Combustíveis adulterados, portanto, sofrem alterações dentro do tanque durante algumas horas de repouso. Os componentes se dividem, enviando para o motor apenas a parte adulterada e prejudicando o funcionamento adequado. No geral, após o último abastecimento o carro pode apresentar falhas, indicando que substâncias como água e outros solventes podem ter sido adicionados no combustível. Fique atento!

2. Bomba de combustível

Esse dispositivo é um componente importante do sistema de alimentação do motor. A partir dela, o combustível presente no tanque será distribuído para o motor, favorecendo as condições normais de funcionamento. Anormalidades neste equipamento podem, entre outros, comprometer o desempenho do veículo, consumir excessivamente o combustível, impedir que se atinja certas velocidades e até mesmo fazer com que o carro não ligue.

No geral, a baixa pressão na bomba é responsável por grande parte dessas anormalidades. Nesse tipo de situação, o combustível não é injetado adequadamente dentro do motor, principalmente se o seu veículo possuir uma alta quilometragem e se você utilizar gasolinas de baixa qualidade com certa frequência.

3. Chave de ignição defeituosa

Se o seu carro não liga pela manhã, outro problema muito comum pode estar relacionado com a chave ou cilindro da ignição. Nos veículos, a chave é composta por uma estrutura complexa e qualquer dano pode ser prejudicial. Embora muitos condutores se preocupem apenas com equipamentos tortos e enferrujados, detritos ou sujeira podem acabar contribuindo para a dificuldade em fazer a leitura.

O primeiro passo para identificar se o problema é realmente isso é utilizar a chave reserva. Caso ela funcione na primeira tentativa, está comprovado de que o problema se encontra na chave principal. Por outro lado, se nenhuma das duas chaves funciona, o problema pode estar de fato no cilindro da ignição. Afinal, com o passar dos anos de uso, esse componente pode sofrer desgastes e comprometer o funcionamento do veículo.

4. Sistema elétrico com problema

Da bateria às velas e seus cabos, é fundamental ter atenção a todos os componentes do sistema elétrico, uma vez que defeitos em qualquer um deles podem contribuir com o carro não ligue pela manhã. Antes de tudo, vale ressaltar que velas e cabos devem ser trocados a cada 25 mil km rodados.

Elas são responsáveis por produzir as faíscas que darão partida no veículo e sua incapacidade pode comprometer a queima e mistura da relação ar/combustível. Outro item importante é a bateria e suas conexões. Cabos mal conectados, conectores oxidados e manutenções não feitas podem prejudicar a produção de energia, essencial para ligar qualquer veículo.

Concluindo, fazer revisões regularmente contribui para evitar aquela desagradável situação: “meu carro não liga pela manhã”. Além disso, é fundamental ter atenção aos menores sinais apresentados pelo veículo após o último abastecimento. Um combustível de má qualidade ou adulterado pode provocar sérios danos no motor, gerando muito prejuízo e grandes dores de cabeça.

E então, leitor. O que achou do post e das informações que trouxemos? Lembre-se sempre que a prevenção é o melhor remédio. Cuide bem das manutenções e, ao menor sinal de falhas em seu motor, procure ajuda especializada.

Baterias free: entenda mais sobre esse produto livre de manutenção

2019-05-09T18:54:35+00:00maio 9th, 2019|dicas|

A bateria automotiva é um dos acessórios mais importantes de um veículo, afinal, sem este equipamento eles não podem funcionar. A eletricidade é componente indispensável para que o motor entre em funcionamento. Por conta disso, no mercado brasileiro existe uma série de modelos, incluindo as baterias free.

No geral, todas as baterias são compostas por placas de chumbo mergulhadas em uma solução de ácido sulfúrico. A mistura desses elementos provoca uma reação química, transformando-a em energia elétrica utilizada para alimentar os componentes do veículo. Mas, o que são baterias free e quais suas principais diferenças entre os demais modelos?

Respondemos essas e outras questões sobre o assunto logo a seguir. Continue sua leitura e tire todas as suas dúvidas sobre o tema.

O que são baterias free?

As baterias livres de manutenção são, de modo genérico, compostas pelos mesmos componentes que todas as demais. No entanto, os modelos convencionais não contam com a adição de cálcio junto ao chumbo. Essa mistura química auxilia a manutenção da água da bateria a permanecer praticamente inalterada. Enquanto isso, nos modelos que não contam com este tipo de produto, a verificação é indicada a cada 3 meses de uso.

Para que serve as soluções para bateria?

Embora a maioria dos equipamentos fabricados atualmente chegue ao consumidor final totalmente selada, alguns produtos precisam ser verificados periodicamente para que a água não seque por completo. Entretanto, a comercialização do produto não é mais realizada, uma vez que apenas as empresas e lojas especializadas são credenciadas para realizar a manutenção do equipamento.

Composta por água destilada e ácido sulfúrico, essa solução aquosa permite que o funcionamento dos componentes da bateria aconteçam de maneira mais eficiente, prolongando a vida útil do equipamento. Vale lembrar que o não acompanhamento pode acarretar no desgaste completo, inutilizando a bateria e, portanto, sendo necessária a sua substituição.

Concluindo, nem todas as baterias free precisam ser seladas. Na verdade, esse tipo de bateria está diretamente relacionado com os materiais empregados na fabricação do produto. Portanto, chamamos de bateria livre de manutenção toda aquela que é produzida a partir de materiais químicos que permitem pouca liberação dos gases presentes no interior do equipamento. Dessa forma, esse modelo não precisa necessariamente ser selado.

E então, leitor. O que achou das informações que apresentamos neste texto? A bateria é de fundamental importância para o funcionamento do seu veículo, por isso, não deixe de observar sua fixação, mantenha os terminais sempre limpos e faça todas as manutenções regularmente. Para isso, conte com nossa equipe de profissionais. Clique aqui e conheça nossas lojas.

Sustentabilidade: entenda a importância de descartar a bateria em local apropriado

2019-04-23T11:52:47+00:00abril 23rd, 2019|carro|

Não é novidade para ninguém que a queima de combustíveis fósseis é principal responsável pela poluição lançada na atmosfera. Além das indústrias, o alto número de veículos nos grandes centros contribui maciçamente para o aumento da poluição.

Embora o gás carbônico seja protagonista do aquecimento global, a poluição terrestre também é responsável direta pela degradação do meio ambiente e, por isso, entender a importância de descartar sua bateria automotiva em lugares apropriados é fundamental.

Composto basicamente por chumbo, ácido sulfúrico e demais materiais poluentes, esse tipo de bateria em contato com a natureza pode ter como consequência uma série de contaminações graves. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto.

Por que reciclar bateria automotiva?

Como destacamos no início do texto, os compostos químicos que fazem parte da estrutura das baterias automotivas são extremamente nocivos à saúde humana. Em linhas gerais, a contaminação do solo por este material pode comprometer o lençol freático da região e, consequentemente, ter contato com a cadeia alimentar da população.

Altos níveis de chumbo no organismo estão normalmente atrelados a problemas do sistema nervoso central, mas também podem causar patologias do sistema circulatório, do trato respiratório, comprometer a saúde dos ossos e muito mais. Nas crianças, esse componente tóxico pode se desenvolver em níveis mais preocupantes, uma vez que o organismo infantil está mais suscetível aos malefícios do chumbo e do ácido sulfúrico, por exemplo.

Além da questão ambiental e dos impactos à saúde humana, a reciclagem da bateria é uma atividade extremamente valiosa para a indústria automotiva. Os componentes químicos não perdem suas propriedades após reciclagem adequada e, portanto, são totalmente reutilizados. Nesse sentido, é possível utilizá-la como moeda de troca para um equipamento novo, uma vez que pode gerar descontos ou até mesmo ser monetizada.

Onde descartar a bateria automotiva?

Atualmente é muito comum que os fabricantes e representantes do comércio de baterias automotivas não aceitem realizar novas vendas sem receber em troca o material utilizado. Sendo assim, sempre que for realizar a troca, a bateria usada deve ser deixada na loja responsável pelo serviço que, por sua vez, dará a destinação correta para o produto. Ou seja, encaminhará para o centro de reciclagem mais próximo.

Concluindo, os problemas ambientais que acontecem atualmente e que podem atingir patamares mais elevados no futuro passam diretamente pelas ações que tomamos hoje. Nesse sentido, é fundamental que cada um exerça o seu papel de cidadão e passe a descartar a bateria em local apropriado. Além de preservar a natureza e contribuir com a qualidade de vida dos moradores da sua comunidade, esse cuidado pode gerar uma excelente economia na hora de adquirir um novo produto.

Nós da Baterias Cargo prezamos pelas políticas de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente. Por isso, caso tenha alguma dúvida sobre os processos de reciclagem de bateria ou aquisição de um novo produto, não deixe de entrar em contato conosco. Ainda, caso esse conteúdo tenha sido útil, compartilhe-o em suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto.

Desvalorização veicular: 4 dicas para ter seu carro bem cuidado

2019-03-22T15:21:49+00:00março 22nd, 2019|dicas|

Antes visto como um símbolo de status, os automóveis passaram a ser extremamente úteis na vida de milhões de pessoas. Contudo, adquirir um automóvel sempre exigiu muito esforço e disciplina financeira, afinal, se trata de um bem de alto valor. Por isso, manter o carro bem cuidado é extremamente necessário para prolongar seu tempo de vida útil e diminuir os impactos causados por sua desvalorização.

O mercado de revenda sempre foi rígido e bastante exigente na hora de avaliar os seminovos. Sendo assim, levar em consideração o estado de conservação é um dos aspectos primordiais para fechar bons negócios. Portanto, se você deseja vender ou trocar o seu carro, está no lugar certo! Vamos apresentar algumas dicas para ajudá-lo a preservar seu veículo de forma irrepreensível. Confira!

1. Tenha cuidado com a lataria

O trânsito nas cidades grandes está cada vez mais saturado e encontrar vagas para estacionar já não é uma tarefa fácil. Disputar espaço com pedestres, ciclistas e até mesmo outros motoristas são uma das principais causas responsáveis pelos temíveis “amassadinhos”. Além de danificar a estrutura, pequenas ocorrências como essa prejudicam a pintura e contribuem para a queda do preço.

Não tão raro, muitos condutores ignoram esses incidentes e acabam por acumular pequenos arranhões e amassados, oferecendo um grande trabalho para funileiros e pintores automotivos. Dependendo do grau do comprometimento da colisão, o veículo pode passar uma péssima impressão e interferir em uma futura negociação ou deixando o processo de restauração mais caro e demorado.

2. Proteja seu veículo das manchas

A falta de lugares apropriados para estacionar pode levar a outra dor de cabeça para os proprietários de veículos: as manchas. Parar o veículo frequentemente sob o sol forte pode danificar a pintura, deixando-a com um aspecto de “queimada”.

Por outro lado, deixá-lo debaixo de árvores pode ser um risco ainda maior, pois as quedas de galhos e as fezes de animais dificultam o processo para manter o carro bem cuidado. Além disso, goteiras, conteúdos abrasivos como tíner, óleos e combustíveis podem agravar esse tipo de problema.

3. Conserve o estofamento do seu carro

A parte interna do veículo merece atenção redobrada nos cuidados, afinal representa conforto e segurança para os ocupantes. Os bancos, por exemplo, podem acumular sujeiras e se desgastar com facilidade ao longo do tempo. Além de provocar mau cheiro, a falta de cuidados pode culminar no aparecimento de manchas no estofado e a consequente deterioração do mesmo.

Para evitar este problema é ideal que sejam feitas limpezas frequentes no estofamento utilizando sempre produtos apropriados. Nesse sentido, passar o aspirador de pó pelo menos uma vez por semana pode ajudar a manter os bancos limpos, evitar o surgimento de manchas, o desgaste do estofamento e até mesmo preservar as costuras e demais acessórios.

4. Mantenha as revisões em dia

A vida útil dos automóveis depende de uma série de fatores e fazer as revisões regulares é, sem dúvida, o mais importante. Ter esse cuidado permite aos condutores economizar uma quantia considerável, evitar muitas dores de cabeça e até mesmo valorizar o seu veículo durante uma futura negociação. Ainda, vale destacar que fazer todas as revisões programadas contribuem para um trânsito mais seguro.

Nesse momento é indispensável fazer revisões preventivas antes mesmo de notar o surgimento de algum problema. Contudo, uma boa dica é procurar um mecânico ou oficina de confiança para revisar seu veículo pelo menos a cada 10 mil quilômetros rodados. Lembrando que devem ser levadas em consideração as condições normais em que o veículo foi utilizado. Em caso de ocorrências, essa visita pode ser antecipada sem prazo determinado.

O que achou do nosso conteúdo? Gostou de saber sobre os principais aspectos que tornam seu carro bem cuidado? Então, continue acompanhando essa e outras dicas do setor automotivo. Siga-nos em nossas redes sociais e veja de perto tudo que compartilhamos por aqui.